uma parada em Viçosa, interior de Alagoas



Nossa, faz muito tempo que eu não escrevo algo sobre viagem, assim como também faz muito tempo que eu não faço alguma viagem. A última, pra valer, foi em dois mil e quatorze quando fui a um show de uma banda que admiro desde criança. Lembro que nessa época eu não tinha a minha câmera, então todos os registros foram feitos com o meu celular. Só hoje percebi que preciso "atualizar" essa categoria, então aos poucos vou trazer cantos especiais para vocês conhecerem.

Enquanto isso não acontece, aproveitarei os registros que irei fazendo de alguns espaços da minha cidade e em saídas com a minha família. É legal ver como as idas e vindas rendem fotografias tão cheias de significados. Mês passado, por exemplo, fomos numa cidade chamada Viçosa e o nosso pouco tempo por lá ficou assim: entre estradas, pessoas, flores, centros. Um dia eu caminho melhor por lá. Amei os prédios e o clima nostálgico! (:






















Deve ser comum essa vontade que a gente tem de poder sair por aí registrando tudo, principalmente lugares novos, sabores novos. Percebo que com os celulares isso ficou muito mais fácil, por isso espero poder continuar fazendo isso por muito tempo - seja com o celular ou não. Vocês têm esse costume? E ah, um detalhe especial, é daqui a uns dias estarei numa breve (e especial) aventura pelo nordeste. Alguém aí chuta qual será o meu destino, ou melhor, em quais caminhos vou passar? Vale um abraço virtual. Valendo! XD



guirlanda natalina feita com papel e tecido



Primeiro de dezembro de dois mil e dezoito. Mas, já? Último mês do ano tá aqui e eu só afirmo que esse ano foi tão louco que eu não lembro de me sentir ansiosa por esse mês - coisa que sempre aconteceu nos últimos anos. A questão é que hoje, em especial, me deu uma vontade de compartilhar um dos mínimos motivos que deixa dezembro ser bonito pra mim, apesar de alguns pesares.

Sempre admirei as luzes do mês, as cores, as formas e principalmente, a nostalgia. Quando penso nesse mês me vem automaticamente canções dos anos oitenta na cabeça, assim como aromas e a saudade dos tempos antigos. Eu sempre disse que, por mim, eu enfeitaria toda a casa com bandeirinhas, flores, luzes... ah. Eu amo. Só que o problema que eu semprei encontrei nessa época diz justamente às decorações, já que é quase unânime você encontrar nas decorações natalinas brasileiras alguns (muitos) itens que não existem no Brasil (neve, trenós, etc). Por isso que somente no ano passado comecei a refletir no seguinte ponto: como posso refazer o meu Natal sem perder a essência que me fez amá-lo?

A resposta está nas cores. Nosso Brasil tem muito verde, o verde, casa com o vermelho, que fica lindo em qualquer decoração. A única coisa que eu não consegui foi usar alguma plantinha da terra porque mainha não deixou, risos. Segundo ela, eu poderia machucar alguma sem querer, então ficamos com o nosso falso pinheiro mais uma vez. O que adicionamos foi um pouco diferente. Colocamos alguns falsos galhinhos dourados e outros que lembram o café. Um mix simples, mas que retratou bem essa época tão linda.

O diferencial em tudo foi a nossa guirlanda (que eu sempre sonhei em ter). E é sobre ela que quero falar hoje. Espero que gostem do resultado, do processo, de tudo.



Antes de você tentar, eu aconselho que assista ao vídeo abaixo. Foi ele que me guiou e a partir disso fui adaptando ao que eu tinha em casa na hora. Mas, no geral, você vai precisar de papel, fita adesiva, pedaços de tecido, linhas e/ou cordões & juta e/ou material semelhante. No caso de improvisar, você pode usar flores artificiais e variados tipos de tecido. Como eu não tinha o tecido adequado, usei alguns mais 'moles' que o recomendado e, mesmo assim, achei que ficou super legal. 






O resultado é tão leve e bonito que em qualquer lugar da casa essa guirlanda funciona. Aqui, a deixo na porta, mas ela também fica super linda em paredes, árvores e plantas. Como ela depende da quantidade de papel que você escolhe, o seu tamanho pode variar muito, desde pequenina até gigante. 



Feliz dezembro, pessoal.
See you!

retalhos de mim

Amigos, voltei. E não, não concluí a graduação (ainda). Mas eu estava me afogando naquelas marés que a vida nos ensina a enfrentar, e quando nos distanciamos o melhor a fazer é buscar novas maneiras para continuar nadando e retornar ao nosso lugar - ou pelo menos tentar. 

Hoje a Ka, do blog Coffee, rock and beer, postou essa foto no instagram e disse que lembrou de mim. Fiquei super feliz porque eu a admiro muito, assim como o trabalho fantástico que ela desenvolve com a fotografia. Nesses últimos anos eu conheci muita gente linda e elas trouxeram um punhado de arte para me trazer paz. Por isso hoje, especialmente, prometi parar um tempo para registrar umas coisas e, consequentemente, mudar o blog mais uma vez (com o template de sempre, rs). Com isso, me senti motivada a continuar escrevendo as minhas crônicas e também proseando sobre os capítulos da minha vida. 

Para começar, ou melhor, recomeçar, vos trago um diário com algumas fotografias feitas na manhã de hoje. O sol abriu e a luz refletiu na mesinha do quarto que fica pra janela. Já viram, né? As páginas do livro viraram poesia após muito tempo. Ainda bem.








See you!


cinco perfis para amar no Instagram


Lembro que fiz o meu perfil no instagram com o intuito de acompanhar pessoas que me trouxessem luz. Sempre, ou quase sempre, me vem uma vontade de acompanhar algum espaço do mundo pelos olhos de outras pessoas. Fico super contente com as cores, os lugares, decorações. Vocês também ficam assim?

Desde que fiz esse post mostrando dez mulheres incríveis e esse sobre perfis cotidianos, nunca mais havia escrito outro nesse sentido. Então hoje trouxe alguns outros tão incríveis quanto.



starkstromhippie por astrid s.

Iniciando com a vida que comecei acompanhar recentemente no instagram. O feed da Astrid é um misto de vintage+estilo+decor e as cores que ela escolhe para estampar tudo isso são as minhas favoritas do momento. Tons quentes, simplicidade e o essencial documentado. Não aguento quando encontro uma pessoa linda assim. Eu indico de peito aberto.



carvls por vanessa carvalho.


Feito filme que gostamos de ver de novo e de novo. Conheci Vanessa faz algum tempo e as fotos dela parecem saudade. Vejo minha avó materna, vejo ela sentadinha como sempre estava a ver a vida. É como se Vanessa registrasse a minha saudade. É um dos cantos virtuais que mais emanam vida. Me emociono escrevendo. 



dontbeweirdsara por sara juliana.


Eu e Sara nos conhecemos anos atrás no YouTube. Eu no Brasil, ela Portugal, e o que nos ligou foi o vídeo for women who are "difficult" to love produzido por ela em seu canal. Depois a conheci no instagram e sempre tive a sensação de tranquilidade ao ver retratos tão parecidos com aquilo que me faz amar a fotografia: a simplicidade, a nostalgia e todo esse amor. Nossa, abracem a Sara e tudo que ela produz. É lindo de ver. 




instathita por thalita miranda.


Amor puro, simplicidade nua. A Thalita pega no ar a essência de tudo aquilo que vocês podem imaginar. É lindo de ver, sentir; é inspirador. A conheci recentemente através da foto em que ela foi pedida em casamento. Daí, não consegui mais desapegar dela e dos seus momentos. 




clau_hi por claudia hi.

Conheci a Clau aqui no blog, entre os comentários num post e outro. O que eu não sabia é que o nosso carinho pela fotografia era super semelhante devido as cores e o jeitinho que ela fotografa. Tô amando acompanhá-la e ver vida em cada clique que ela dá. Super recomendo que vocês a abracem também.



oilary, por mim.

O meu instagram. Risos. A meta para o próximo ano é revelar as fotos que publico lá e com elas manter a tradição de mainha: fazer álbuns para guardar as memórias lindas da vida. Faz tanto tempo que não faço um álbum. Acho que agora tá mais que na hora. Vocês têm esse costume ou deixam tudo nas redes sociais mesmo?


See you!

é novembro e não percebi



É novembro e não percebi. Enquanto eu me divido entre os trabalhos, livros, dissertações, outra parte de mim fica querendo colocar pra frente projetos que comecei, vídeos que gravei e os momentos que eu vivi. Nessas horas meu peito sussurra que tá tudo bem e que logo logo dezembro chega e a paz também. Torço pra que sim. Estou bem animada pra curtir meus papéis outra vez, meus desenhos outra vez e tudo outra vez. 

Shallow, novos livros (lindos) para ler, um projeto com ilustras minhas pra tu levar pra casa (spoiler na próxima foto!), a conclusão do curso de Serviço Social e Espanhol, vídeos que editei e um novembro que corre; e um dezembro que eu quero abraçar.










Enquanto isso, estou no Instagram, Facebook e We Heart It.
Vejo vocês!

calma no furacão

O momento atual me fez refletir tanto. É um nó tão grande na garganta, amigos. Sei que não sou a única a sentir, sabe? Tenho partilhado esse momento com tantas mulheres incríveis lá no facebook, instagram e pessoalmente. Durante os anos passados conheci tantas pessoas e ainda bem que a arte nos sustenta. Que a palavra é abrigo, que a canção é abraço e que nosso grito é escutado através disso tudo. 

Não ando aparecendo tanto por alguns motivos que já falei, mas o instante político atual me fez pausar também. Tenho dito que todos nós estamos perdendo com essa naturalização de desamor, mas isso foi assunto de outros posts e de algum outro que aparecerá aqui essa semana. Ainda bem que existe calma no furacão - apesar de tudo. Hoje trouxe as minhas. 



1. Trouxe pra casa dois broches lindos com artes feitas pela própria Frida entre 1939 e 1940. Conheci a sua história mais profundamente ano passado, não lembro bem. De fato, tudo o que aconteceu com ela foi bastante profundo e sofrido, mas eu não imaginei que seriam tanto. No meio dos seus versos, aquele diz "pinto flores así no mueren" é o que sempre me marca. Por isso, quando bati o olho em muitas coisinhas pra vender na faculdade, não pensei e trouxe um pedacinho da senhora Magdalena Carmen Frida Kahlo y Calderón comigo. 


2. Como na reta final do curso eu não tenho condições de focar em alguns trabalhos (mas a agenda de 2019 está aberta, amigos! me chama que marcamos. ainda tenho vaga pra te fotografar em janeiro ), as migas seguem me ajudando a estudar poses, colorações e todos os detalhes lindos que a fotografia envolve. Esses registros da Amanda e da Gabriella me deixaram feliz demais. Acabei estudando bem mais sobre alguns detalhes que eu não entendia e até atualizei o portfólio e o facebook


3. Floriu aqui. Aprendemos a "interpretar" o tempo das flores, sabe? Estranhamos por ver as roseiras morrendo, mas tínhamos esquecido de que a primavera estava próxima. O resultado foram as flores, as plantas mais verdes e outras também partindo para surgir em outra estação. Tem sido muito bom aprender com todos esses detalhes. Até a nossa espada de São Jorge resolveu sorrir. A citação no rain, no flowers faz muito sentido - eu sempre digo isso. A vida é sobre amor e paciência. Lembrem sempre disso. 


4. Receber amigos em casa é algo que eu gosto muito. Faço questão de abrir a porta, de preparar detalhes, de fazer algum doce. Momentos assim não têm preço. Nesse dia da foto lembro que assistimos lendas urbanas (sdds infância) no YouTube e também refletimos (como sempre) sobre as coisas da vida. Deu tempo de fotografar o Hyago e até de gravar uns takes que logo virarão filminho pra aquecer o coração no nosso canal. Algum dia partilho com vocês mais carinho na forma de vídeo. 

Tô escrevendo esse post e ouvindo minha playlist no Spotify. A música, desse momento, é a Between the bars do The civil wars. "Que tal colocar aqui também?", pensei. Então aqui está. <3


See you!



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